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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

BLOODY MARY



Em 1978, o especialista em folclores, Janet Langlois, publicou nos Estados Unidos uma lenda que até hoje aterroriza os jovens do mundo inteiro, principalmente da América. Trata-se de Bloody Mary, conhecida também como A Bruxa do Espelho, um espírito vingativo que surge quando uma jovem, envolta em seu cobertor, sussurra, à meia-noite, iluminado por velas. diante do espelho da casa de banho banho, 3 vezes as palavras Bloody Mary. 

Segundo a lenda, o espírito de uma mulher cadavérica surge refletido no espelho e mata de forma sangrenta e violenta as pessoas que estão na casa de banho. Há quem diga que Mary foi executada há cem anos atrás por praticar as artes negras, mas há também uma história mais recente envolvendo uma bela e extremamente vaidosa adulescente que, devido a um terrível acidente de automóvel, ficou com a face completamente desfigurada. Sofrendo muito preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu vender a alma ao diabo pela chance de se vingar dos jovens que cultivam a aparência. 

Muitos confundem a lenda da bruxa do espelho com a história da Rainha Maria Tudor (Greenwich 1516 - Londres 1558), filha de Henrique VIII e de Catarina de Aragão. Tendo se tornado rainha em 1553, esforçou-se para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra os protestantes valeram-lhe o cognome "Maria, a Sanguinária" (Bloody Mary). 

Em 1554, desposou Filipe II da Espanha. Essa união, que indignou a opinião pública inglesa, ocasionou uma guerra desastrosa com a França, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que a Rainha, para manter a beleza, tomava banho com sangue de jovens garotas, mas é um fato não confirmado em sua biografia. No princípio da década de 70, muitos jovens tentaram realizar o ritual pois era comum nas casas suburbanas a presença de longos espelhos nas casas de banho banho sem janelas (pouca iluminação). Há um caso famoso de uma jovem nova-iorquina que dizia não acreditar na lenda, mas após realizar a "mórbida brincadeira", levou um empurrão (é o que os familiares dizem), quebrou o lavatório e foi encontrada em estado de coma. 

A jovem ainda vive nos EUA, mas sua identidade é um sigilo absoluto. Por que ainda hoje as crianças racionais continuam a chamar pela Bloody Mary, arriscando a vida diante de uma possível tragédia? O escritor Gail de Vos traz-nos uma explicação: "As crianças com idade entre 9 e 12 anos vivem numa fase que os psicólogos chamam de síndrome de Robinson. Este é o período em que as crianças precisam satisfazer seus desejos por aventura, arriscando-se em rituais, jogos e em brincadeiras no escuro. Eles estão constantemente procurando um modo seguro de extrair prazer e desafiar seus medos. 

É possível que essas crenças em bruxas do espelho tenham a sua origem nos velhos tempos, através das simpatias envolvendo jovens solteiras e futuros maridos. Há muitas variações desses rituais em que as jovens solteiras cantavam rimas diante dos espelhos e olhavam de súbito pois seria possível ver o reflexo do homem com quem vão casar. Já o conceito de espelhos como o portal entre o mundo da realidade e o sobrenatural também veio de épocas remotas. Antigamente, era comum cobrir os espelhos de uma casa em que uma morte tenha acontecido até o corpo ser levado para o enterro. Dizem que se por relance o corpo passar diante de algum espelho, o morto permaneceria na casa, pois o espelho apoderar-se-ia do seu espírito. 

Filmes: Na produção de 1992 chamada Candyman, um espírito vingativo surge após seu nome ser chamado 5 vezes diante de um espelho. Já no filme Lenda Urbana, dois jovens brincam diante de um espelho e chamam pela Bloody Mary, mas ela não aparece.


Historia hello kitty



Boatos na internet afirmam que a boneca não tem nada de inofensivo e é fruto de um pacto com o diabo

1974: nessa data nascia uma das mais carismáticas personagens do Japão (e do mundo!). A empresa japonesa Sanrio acabava de “criar” a Hello Kitty, uma gata branca com traços humanos e um laço na orelha esquerda. Hoje, com mais de 30 anos, o universo ficcional da gatinha inclui uma gama de amigos e familiares. Entre eles, seus pais George e Mary White, a irmã caçula Mimmy e os avós paternos Anthony e Margaret, além do namorado Dear Daniel. Desde 2004, ela possui também seus próprios animais de estimação: a felina Charmmy e um hamster chamado Sugar. Apesar de ser apenas um personagem, a boneca gera polêmicas.

Segundo um boato que circula na internet, Hello Kitty não tem nada de inofensivo; trata-se da concretização de um pacto feito com o diabo. Conta a história que havia uma menina de cerca de 14 anos em fase terminal de câncer de boca. Os médicos já haviam tirado todas as esperanças da família e sua mãe, desesperada, teria feito um pacto com o demônio: em troca da cura da filha, criaria uma marca que afetaria todo o mundo. A criança foi curada e a promessa cumprida. Assim teria nascido a boneca. O texto afirma ainda que Hello Kitty quer dizer “Olá, demônio”, já que a palavra hello, em inglês, quer dizer olá, e a palavra kitty, que seria de origem chinesa, quer dizer demônio.

Claudio Taguchi, diretor comercial da Sanrio do Brasil (empresa responsável pela Hello Kitty em toda a América Latina), acredita que o brinquedo é alvo de especulações por causa de sua grande popularidade entre crianças, jovens e adultos. “Nós, aqui na empresa, ficamos surpresos quando soubemos que uma personagem tão querida pudesse ser associada a um personagem maléfico. Hello Kitty é um nome, assim como Marcos ou Daniele, portanto não tem um significado subjetivo. O fato de a boneca não ter boca é porque ela fala com o coração, levando emoções e sentimentos como paz, felicidade e amizade”, informa.

De acordo com a Sanrio, a boneca recebeu um nome inglês porque a cultura britânica era popular entre as garotas japonesas na época da sua criação. O nome Kitty veio de um dos gatos de outro personagem infantil, a Alice, do conto Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. A palavra Kitty não significa demônio em nenhum idioma, e sim “gatinho” ou “gato pequeno” em inglês.

Para Márcia M. dHaese, que criou a formiga Smilingüido e os personagens da turminha Mig e Meg, acreditar ou não nessa história é uma questão de bom senso. “Lamento pelo povo cristão que se conforma com considerações rasas e sem fundamento, tão diferente dos bereanos, da Bíblia, que procuravam conferir as coisas antes de tomar decisões. Muitas pessoas se contentam com a ignorância, gostam de encontrar o mal em qualquer coisa e focalizar esse mal. Prefiro olhar para Cristo”, opina Márcia, ressaltando que a verdade liberta e não oprime. Para ela, a gatinha Kitty é uma forma simples e singela de expressão. “Em si mesmo, não tem poder nenhum, a menos que aceitemos que ela tenha algum. Meu testemunho é este: diante da escolha entre a vida e a morte, eu escolho a vida”, disse, afirmando que também já foi alvo de críticas relacionadas a seus desenhos.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Trocar a senha do msn








O MSN Messenger é, sem dúvida, um dos mensageiros instantâneos de maior sucesso na internet. Além de ser uma maneira simples e prática de manter contato com seus amigos e familiares, o aplicativo não requer computadores poderosos para que funcione sem problemas e permite que os usuários se comuniquem com segurança.

É preciso ter um nome de usuário e uma senha a fim de garantir a confidencialidade dos dados trocados durante as conversas. Porém, para ter certeza de que nenhum usuário mal-intencionado tenha acesso à sua conta, apenas uma senha forte não basta, é bom trocar periodicamente a combinação utilizada para acessar os serviços do MSN.

Para facilitar a vida dos usuários, o Baixaki preparou este tutorial. Nele você confere todos os passos necessários para rapidamente trocar a sua senha e garantir que os dados não serão acessados sem o consentimento do usuário.



O passo a passo

O primeiro passo para trocar a senha do MSN Messenger é acessar a página de login do Windows Live. Para isso, basta clicar aqui e  preencher os campos com o nome de usuário e senha que você utiliza para acessar o MSN Messenger.

Depois de logar, uma tela parecida com a da imagem abaixo será mostrada, a qual exibe os principais dados da sua conta, como nome de usuário, nome real, data de nascimento e data de registro. A maioria dos campos mostrados possui, do lado direito, uma opção “Alterar” ou“Adicionar”.



Sendo assim, para alterar a senha do MSN Messenger, e também do Live Messenger, é só localizar o campo “Senha” e clicar em “Alterar”. O passo seguinte é preencher os campos do formulário com os dados solicitados.

Caso você queria que o Live Messenger solicite uma troca de senha a cada 72 dias, marque a opção “Fazer com que a senha expire a cada 72 dias”. Para que as alterações sejam aplicadas, clique em “Salvar” e aguarde alguns segundos até as informações serem atualizadas no banco de dados.



Embora pareça incômodo, mudar o password de acesso aos serviços, seja email ou mensageiro instantâneo, é uma das medidas mais eficazes na prevenção de invasões às contas e roubo de informações. Agora que você já sabe todos os passos para modificar a senha do MSN Messenger, fica ainda mais fácil modificar os dados de acesso periodicamente.

Dicas

A segurança do usuário é um tema muito abordado pelo Baixaki em seus artigos. Por isso, não deixe de conferir os artigos listados abaixo. Neles você encontra desde dicas de segurança até seleção de aplicativos geradores de senha, para quando as ideias de um bom password deixarem você na mão

Os Deuses Egípcios



Para você compreender o politeísmo egípcio, ou seja, o culto a vários deuses, faz-se necessário esclarecer algumas características da sociedade egípcia. O governo no Egito Antigo era teocrático: os administradores governavam em nome dos deuses (da religiosidade). O principal governante do Egito, ou das cidades-estados, era chamado de faraó: ele possuía todo o poder (assumia várias funções: era o rei, juiz, sacerdote, tesoureiro, general) e era tido como um deus vivo: filho do Sol (Amon-Rá) e encarnação de Hórus (deus falcão). Portanto, a religiosidade e o culto aos deuses no Egito Antigo tinham um grande significado para a sociedade.

Os egípcios cultuavam vários deuses (politeístas) e alguns deuses eram animais. Por exemplo: o gato acabava com as infestações de ratos nos celeiros com os mantimentos; o cachorro auxiliava na caça; o gado, na agricultura (puxava a charrua), entre outros.

Os animais no Egito Antigo eram considerados a encarnação dos próprios deuses. Os egípcios também adoravam as formas e forças da natureza, como o rio Nilo, o Sol, a Lua e o vento.

Cada cidade-estado egípcia possuía o seu deus protetor. Existiam deuses com formato de animal (zoomorfismo), outros deuses tinham o formato de homem juntamente com animal (corpo de homem e cabeça de animal – antropozoomorfismo) e também existiam deuses somente com o formato humano (antropomorfismo).

A religiosidade tinha importância para os egípcios até após a morte, pois eles acreditavam na imortalidade. Por esses motivos cultuavam os mortos e praticavam a mumificação (a conservação dos corpos). Acreditavam que o ser humano era constituído por Ká (corpo) e Rá (alma). No momento da morte, a alma deixaria o corpo, mas poderia continuar a viver no reino de Osíris ou de Amon-Rá – a volta da alma para o corpo dependia do julgamento no Tribunal de Osíris.

Após o julgamento de Osíris, se a alma retornasse ao corpo, o morto voltaria à vida no reino de Osíris; se não, a alma ficaria no reino de Amon-Rá. Daí a importância da conservação dos corpos pela mumificação, se a alma retornasse ao corpo, este não estaria decomposto.

Os principais deuses egípcios eram:

  • Rá, o deus Sol, unido ao deus Amon, formando Amon-Rá, era o principal deus.

  • A deusa Nut, representada por uma figura feminina, era a mãe de Rá (Sol). Ela engoliu Rá, formando a noite e fazendo-o renascer a cada manhã.

  • Ísis foi esposa de Osíris, mãe de Hórus, protegia a vegetação e era a deusa das águas e das sementes.

  • O deus Hórus foi o deus falcão, filho de Ísis e Osíris, cultuado como o sol nascente.

  • Osíris, deus dos mortos, da vegetação e da fecundidade, era representado pelo rio Nilo. Era Osíris que buscava as almas dos mortos para serem julgadas em seu Tribunal.

  • Set foi colocado como grande inimigo de Osíris (Nilo), era o vento quente vindo do deserto, encarnação do mal.

  • O deus Amon, considerado deus dos deuses do Egito Antigo, foi cultuado junto com Rá (Amon-Rá).


As crenças e cultos religiosos estavam na base das manifestações culturais, sociais, políticas e econômicas no Egito. A religiosidade permeava toda a sociedade egípcia, nas artes, na medicina, na astronomia, na literatura e no próprio governo do Egito Antigo.

Leandro Carvalho

DEUSES GREGOS

Deuses Gregos


Na concepção greco-romana, os imortais classificavam-se em: Divindades primordiais, superiores, siderais, dos ventos, das águas e alegóricas. Abaixo listarei os deuses utilizando a mesma concepção.


Divindades Primordiais:


Geia - Mãe de todos os seres, personificação da terra. Surgiu do Caos e gerou Urano, os Montes, o Mar, os Titãs, os Centímanos (Hecatonquiros), os Gigantes, as Erínies, etc. O mito de Géia provávelmente começou como uma veneração neolítica da terra-mãe antes da invasão Indo-Européia que posteriormente se tornou a civilização Helenística.


Urano - O primeiro rei do Universo, segundo Hesíodo (céu estrelado). Casou-se com Géia, da qual teve os Titãs, as Titânidas, os Ciclopes e os Hecatonquiros. Urano, por ódio, lançou no Tártaro os Ciclopes e os Hecatonquiros, Géia porém deu uma foice aos Titãs para que se vingassem. Cronos, o mais audacioso deles, castrou Urano e tornou-se o senhor do universo!


Cronos - Filho de Urano e Géia. O mais jovem dos Titãs. Se tornou senhor do céu castrando o pai. Casou com Réia, e teve Héstia, Deméter, Hera, Ades e Poseidon. Como tinha medo de ser destronado, Cronos engolia os filhos ao nascerem. Comeu todos exceto Zeus, que Réia conseguiu salvar enganando Cronos enrolando uma pedra em um pano, a qual ele engoliu sem perceber a troca. Mais tarde Zeus voltou, deu ao pai um remédio que o fez vomitar os filhos, e logo depois o destronou e baniu-o no tártaro. Cronos escapou e fugiu para a Itália onde reinou sobre o nome de Saturno. Este período no qual reinou foi chamado de "A era de ouro terrestre".


Ciclopes - Arges, Brontes e Estéropes. Pertenciam a raça dos gigantes. Forjavam os raios e os trovões para Zeus. Teriam sido mortos por Apolo para vingar a morte de Asclépio. Segundo Homero, porém, teria sido um povo de gigantes rudes, fortes, indiferentes às divindades, dedicados ao pastoreio.


Hecantoquiros (ou Centimanos) - Briareu, Coto e Giges. Gigantes de cem braços e cinqüenta cabeças. Tendo hostilizado o pai, este os mandou pra horríveis cavernas nas vísceras da terra. Participaram da rebellião contra Urano. Quando Cronos tomou o poder, os aprisionou no tártaro. Libertados por Zeus, lutaram contra as titãs. Com a habilidade de arremeçar cem pedras de uma vez venceram os titãs. Briareus era guarda-costas de Zeus.


Titãs - Oceano, Hipérion, Japeto, Céos, Créos e Cronos.


Titanidas - Téia, Réia, Têmis, Mnemôsine, Febe e Téis.


Zeus - O deus supremo do mundo, o deus por excelência. Presidia aos fenômenos atmosféricos, recolhia e dispersava as nuvens, comandava as tempestades, criava os relâmpagos e o trovão e lançava a chuva com sua poderosa mão direita, à sua vontade, o raio destruidor; por outro lado mandava chuva benéfica para fecundar a terra e amadurecer os frutos. Chamado de o pai dos deuses, por que, apesar de ser o caçula de sua divina família, tinha autoridade sobre todos os deuses, dos quais era o chefe reconhecido por todos. Tinha o supremo governo do mundo e zelava pela ordem e da harmonia que reinava nas coisas. Depois de ter destronado o sei pai, dividiu com seus irmãos o domínio do mundo. Morava no Olimpo, quando sacudia a égide, o escudo formidável que lançava relâmpagos explodia a procela. Casou-se com Hera, porém teve muitos amores.


Hera - Irmã e esposa de Zeus, a mais excelsa das deusas. A Ilíada a representa como orgulhosa, obstinada, ciumenta e rixosa. Odiava sobretudo Héracles, que procurou diversas vezes matar. Na guerra de Tróia por ódio dos troianos, devido ao julgamento de Páris, ajudou os gregos.


Hestia - Deusa do fogo e da lareira.


Demeter - É a maior das divindades gregas ligadas à terra produtora; seu nome significa Terra-mãe. De Zeus teve Perséfone, que foi raptada por Hades. Enraivecida, fez com que a terra se tornasse árida. Zeus, para aplacá-la, obteve de Hades que Perséfone permanecesse quatro meses nos Infernos, junto com o marido, e oito meses ao lado de sua mãe. O seu mito em relação a Perséfone teve lugar nos mistérios eleusinos.


Apolo - Filho de Zeus e de Leto, também chamado Febo, irmão gêmeo de Ártemis, nasceu às fraldas do monte Cinto, na ilha de Delos. É o deus radiante, o deus da luz benéfica. A lenda mostra-nos Apolo, ainda garoto, combatendo contra o gigante Títio e matando-o, e contra a serpente Píton, monstro saído da terra, que assolava os campos, matando-a também. Apolo é porém, também concebido como divindade maléfica, executora de vinganças. Em contraposição, como dá a morte, dá também a vida: é médico, deus da saúde, amigo da juventude bela e forte. É o inventor da adivinhação, da música e da poesia, condutor das Musas, afasta as desventuras e protege os rebanhos.


Artemis - Deusas da caça, filha de Zeus e Leto, irmã gêmea de Apolo. Representava a mais luminosa encarnação da pureza feminina. Eram-lhe oferecidos sacrifícios humanos em tempos antiquíssimos. Deusa da Lua, declinava-se, circundada por suas ninfas, vagar de dia pelos bosques à caça de feras, à noite, porém, com o seu pálido raio, mostrava o caminho aos viajores. Quando a Lua, escondida pelas nuvens, tornava-se ameaçadora e incutia medo nos homens, tomava o nome de Hécate.


Atena - Surgiu toda armada do cérebro de Zeus, depois de ter ele engolido seu primeira esposa Métis. Era o símbolo da inteligência, da guerra justa, da casta mocidade e das artes domésticas e uma das divindades mais veneradas. Um esplêndido templo, o Partenon, surgia em sua honra na Acrópole de Atenas, a cidade que lhe era particularmente consagrada. Obra maravilhosa de Ictino e de Calícrates, o Partenon continha uma colossal estátua de ouro dessa deusa, de autoria do famoso escultor Fídias.


Hermes - Filho de Zeus e de Maia, o arauto dos deuses e fiel mensageiro de seu pai, nasceu numa gruta do monte Ciline, na Arcádia. Lodo que nasceu, fugiu do berço e roubou cinqüenta novilhas do rebanho de Apolo, em seguida, com a casca de uma tartaruga, construiu a primeira lira e com o som deste instrumento aplacou Apolo, enfurecido pelo furto; esse deus acabou por deixar-lhe as novilhas e deu-lhe o caduceu, a vara de ouro, símbolo da paz, n troca da lira. Zeus deu-lhe o encargo de levar os mortos a Hades, daí o epíteto de Psicompompo. Inventou, além da lira, as letras e os algarismos, fundou os ritos religiosos e introduziu a cultura da oliveira. Deus dos Sonhos, eram lhe oferecidos sacrifícios de porcos, cordeiros, cabritos... Seus atributos eram a prudência e a esperteza. Livrou Ares das correntes dos Aloídas, levou Príamo à tenda de Aquiles e matou Argos, guarda de Io. Era representado com um jovem ágil e vigoroso, com duas pequenas asas nos pés, um chapéu de abas largas na cabeça e o caduceu nas mãos.


Afrodite - A deusa mais popular do Olimpo grego, símbolo do amor e da beleza. Filha de Zeus e de Díone ou, segundo outra versão, nascida da espuma do mar na ilha de Chipre. Acompanhavam-na as Horas, as Graças e as outras divindades personificadoras do amor. Era esposa de Hefesto, porém amou Ares, Hermes, Dioniso, Poseidon e Anquises. Por seus amores com Ares, foi considerada também como divindade guerreira. A sede mais antiga de seu culto era a ilha de Chipre.


Hefesto - Deus do fogo, filho de Zeus e Hera. Trabalhava admiravelmente os metais e construiu inúmeros palácios de bronze, além da esplêndida armadura de Aquiles e o cetro e a égide de Zeus. Segundo uma tradição, nasceu coxo, pelo que sua mãe lançou-o do alto do monte Olimpo, foi recolhido por Tétis e Eurínome, com as quais permaneceu durante nove anos. Voltando ao Olimpo, ao defender Hera contra Zeus, este atirou-o do céu e, precipitando durante um dia inteiro, caiu na ilha de Lemos. Suas forjas, com vinte foles, foram depois do Olimpo colocadas no Etna, onde tinha os Ciclopes como companheiros de trabalho.


Hades - Senhor do reino subterrâneo. Acreditava-se que, com seu carro, viesse ao mundo para buscar as almas dos mortos. Possuía um capacete que o tornava invisível. Somente Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, porém, utilizou-se desse poder pouquíssimas vezes e, assim mesmo, a pedido da esposa. Era o deus das riquezas porque dominava nas profundezas da terra, de onde mandava prosperidade e fertilidade; era considerado um deus benéfico.


Poseidon - Depois que os Titãs foram derrotados por Zeus, na divisão do mundo coube-lhe a senhoria do mar e de todas as divindades marinhas. Tinha um palácio nas profundezas do mar, onde morava com sua esposa Anfiritre e seu filho Tritão. Sua arma era o tridente, com o qual levantava as ondas fragorosas, que engoliam as naus, e fazia estremecer o solo ou desperdiçar os recifes. Odiava Ulisses, por ele ter cegado o Ciclope Polifemo, seu filho. Foi inimigo de Tróia, depois que seu rei Laomendonte lhe negou a compensação pela construção das muralhas da cidade, ocasião em que mandou um monstro marinho para devorar Hesíon, filha do rei, que Héracles matou. Teve com Zeus, numerosos amores, todavia enquanto os filhos de Zeus eram heróis benfeitores, os de Poseidon eram geralmente gigantes malfazejos e violentos.


Ares - Deus da guerra, filho de Zeus e de Hera. Deleitava-se com a guerra pelo sei lado mais brutal, qual seja a carnificina e o derramamento de sangue. Inimigo da serena luz solar e da calmaria atmosférica, ávido de desordem e de luta. Ares era detestado pelos outros deuses, o próprio Zeus o odiava. Tinha como companheiros nas lutas Éris, a discórdia; Deimos e Fobos, o espanto e o terror, e Ênio, a deusa da carnificina na guerra. Amou Afrodite, da qual teve Harmonia, Eros, Anteros, Deimos e Fobos.


Dioniso - Filho de Zeus e de Sêmele, deus do vinho e do delírio místico. Em sentido mais geral, representava aquela energia da natureza que, por efeito do calor e da umidade, amadurece os frutos; era, pois, uma divindade benéfica. De todas as divindades, era a que mais aproximava dos homens. Teve um nascimento milagroso, com efeito, morrendo-lhe a mãe antes que tivesse o necessário desenvolvimento, foi recolhido pelo pai que o costurou numa de suas coxas e aí o conservou até que o garoto pudesse enfrentar a vida. Dioniso demonstrou muito cedo sua origem, divina: crescia livre, amante da caça e possuía o estranho poder de amansar as feras mais ferozes. Um dia, criou a videira e quis dar o vinho a todos os homens; para esse fim, empreendeu numa longa viagem, através de todas as terras, seguido por um cortejo de ninfas, sátiros, bacantes e silenos. Por onde passavam, os homens tornavam-se felizes. Na Frígia, concedeu ao rei Midas a faculdade de poder transformar em ouro tudo que tocasse. Na Trácia, o rei Licurgo tentou dispersas a comitiva: Dioniso indignado, cegou-o. Em Delos, concedeu às filhas do rei Ânio o poder de mudar a água em vinho. Casou-se com Ariadne, depois que esta foi abandonada por Teseu; as núpcias foram celebradas com suntuosidade e o casal subiu ao Olimpo sobre um carro puxado por panteras.


Divindades Siderais:


Helios - Filho de Hipérion e de Téia, titã por excelência, irmão de Selene e de Éos, personificação do Sol. Surgia todas as manhãs do Oceano para conduzir o carro do Sol, puxado por cavalos que expeliam fogo pelas narinas. Penetrava com seus raios em todos os juramentos. Mais tarde foi confundido com Apolo. O Colosso de Rodes foi uma estátua lhe consagrada.


Selene - Deusa da Lua, irmã de Helios e Éos, da família dos Titãs. Era uma linda deusa, de braços brancos, com longas asas, que percorria o céu sobre um carro para levar aos homens a sua plácida luz. Amou Endimião e foi, posteriormente, identificada com Ártemis.


Eos - Deusa que anunciava o dia. Era representada sobre o carro da luz, guiando os cavalos, com uma tocha na mão. Divindades dos Ventos:


Boreas - Filho de Astreu e de Éos, deus dos ventos do norte, morava na Trácia. Pertencia à raça dos Titãs e era irmão de Zéfiro, Euro e Noto. Raptou Orítia, com a qual casou e que lhe deu os filhos Cálais e Zetes.


Zefiro - Vento que sopra do Poente, anunciador da primavera e venerado como deus benéfico.


Euro - Vento que sopra do Oriente, dependente de Éolo.


Noto - O vento do Sul.


Eolo - Rei dos ventos, às vezes identificado com o filho de Poseidon e Arne. Morador das ilhas Eólias, acolheu amigavelmente Ulisses e seus companheiros e deu-lhes um odre em que estavam encerrados todos os ventos contrários à navegação Ítaca. Os companheiros de Ulisses, por curiosidade, abriram-no e os ventos desencadearam uma terrível tempestade que causou o naufrágio de quase toda a frota. Divindades das Aguas


Oceano - O mais velho dos Titãs, marido de Tétis, pai de todos os rios e das Oceânides. Era a personificação da água que envolve o mundo.


Nereu - Velho deus marinho, filho do Ponto e de Géia. tinha o dom da profecia e a faculdade de tomar várias formas. Era representado com os cabelos, sobrancelhas, queixo e peito cobertos por juncos marinhos e por folhas de plantas similares.


Proteu - Pastor das focas de Poseidon. Morava numa ilha próxima ao Egito e tinha o poder de metamorfosear-se em todas as formas que desejasse, não só de animais, mas também de plantas e de elementos, com a água e o fogo. Segundo Eurípedes, Proteu foi rei da ilha de Faros e, casando-se com Psâmate, teve os filhos Idoteu e Teoclímenes.


Ninfas - Filhas de Zeus, representavam as forças elementares da natureza. Moravam nos montes, nos bosques, nas fontes, nos rios, nas grutas, das quais eram potências benéficas. Viviam livres e independentes, plantavam árvores e eram de grande utilidade aos homems. Dividiam-se em Oceânides, Nereidas, Náiades, Oréades, Napéias, Alseidas, Dríades e Hamadríades.



Vida apos a morte

 



Há vida depois da morte?

As pesquisas científicas indicam que sim, e as religiões também afirmam que, de alguma forma, a vida continua depois desta vida, nem que seja em estado latente, aguardando a ressurreição dos mortos.

Só que aí surge uma questão da mais alta importância: se todos havemos de morrer um dia, como estaremos nesse além da vida? Será que vamos ficar armazenados em algum galpão celestial, aguardando o juízo final? Ou quem sabe, prostrados diante do trono divino, em adoração, pela eternidade afora? Ou talvez sentados à beira de uma nuvem tocando harpa?

Será que uma natureza dinâmica como é a do ser humano iria suportar um estado de inatividade, inócuo e vazio, por toda eternidade?

São os próprios espíritos que têm dado as mais completas explicações sobre esse outro lado da vida. Essas informações têm chegado através da psicografia de inúmeros médiuns, nos mais diferentes pontos da Terra e nas mais diversas épocas, através de mensagens, principalmente dirigidas a parentes e amigos, contando como foi a sua passagem para o mundo espiritual e como é esse mundo.

E o mais importante é que essas informações coincidem: o que os espíritos falam aqui no Brasil, através de médiuns, é confirmado pelo que eles dizem na Europa através de aparelhos eletrônicos.

O portador das mais amplas e detalhadas notícias sobre o mundo espiritual e a vida e atividade dos espíritos é André Luiz, através de 11 livros que ditou pela psicografia de Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier).

André Luiz nos mostra esse outro lado da vida muito parecido com o lado de cá. Há muitas semelhanças. Ninguém fica vagando no espaço como alma penada, nem tocando harpa na beira da nuvem. O mundo espiritual, para os espíritos, é tão real e dinâmico quanto o nosso mundo físico é para nós.

É por isso que muitos espíritos não sabem, ou não conseguem acreditar que já morreram. São daqueles que pensam que ao morrer irão para o céu, o purgatório ou mesmo para o inferno, ou então, que a morte irá apagá-los de vez. Mas, ao invés disso, encontram-se quase como antes. Muitos voltam para o lar, para os ambientes do trabalho ou do lazer. Vêem as pessoas, falam com elas, mas as pessoas não lhes dão a menor atenção. Alguns pensam que ficaram loucos, ou que estão vivendo um pesadelo interminável. Muitos assistem ao próprio velório e sepultamento mas não aceitam a idéia de que aqueles funerais sejam os seus.

Uma das atividades dos centros espíritas é o esclarecimento a esses irmãos, chamados de espíritos sofredores. Eles incorporam-se ao médium e o doutrinador conversa com eles explicando-lhes a realidade. O grupo todo envolve o irmão sofredor em vibrações de paz e amor. É como ele se alivia e consegue melhorar a própria freqüência vibratória.

Essa elevação vibratória é necessária para que ele possa ser socorrido e levado para tratamento em local adequado.

Mas há também aqueles que retornam ao mundo spiritual plenamente conscientes do que está ocorrendo.

Quando alguém desencarna (morre) é muito importante que receba vibrações de paz, em vez das manifestações de desespero que normalmente acontecem.

Muitos espíritos têm relatado através da mediunidade seus dramas, seus sofrimentos e aflições, por causa do desespero e desequilíbrio dos parentes e amigos, após seus desenlaces. Eles dizem que as lágrimas dos entes queridos que ficaram na Terra, suas vibrações angustiadas, chegam a eles com muita intensidade, provocando aflições sem conta.

Por isso, diante da morte a atitude dos presentes deve ser de respeito, serenidade, equilíbrio e, acima de tudo, prece. O recém-desencarnado necessita de muita oração.

"O contentamento é um elixir da vida, saúde e bem estar. Previne a depressão e fortalece o sistema imunológico, além de inúmeros outros benefícios".

 

Satanicos



 

Como já foi referido na história e filosofia do Satanismo, os satanistas não adoram nenhum Deus ou Demónio em particular. Eles defendem a valorização do Eu e é isso que pretendem recorrendo aos rituais satânicos e à invocação dos demónios do Inferno. Existem dois tipos de rituais, os que são desempenhados noutras pessoas e os desempenhados na própria pessoa.

Os primeiros, mais antigos, têm a ver com o sacrifício de pessoas ou animais. Estes rituais não são praticados pelos satanistas de hoje em dia, mas existem provas em como, efectivamente, em tempos passados, pessoas que se diziam seguidoras satânicas praticavam estes rituais de sacrifício. O objectivo fundamental buscado nestas manifestações era retirar o máximo de energia que era disponibilizada pelo sangue da vitima sacrificada para a atmosfera mágica, intensificando assim as hipóteses do sacerdote ser bem sucedido. Se juntarmos ao sangue (fonte primordial da vida) toda a energia libertada pela vítima aquando do seu sacrifício e morte (adrenalina e outras energias bioquímicas) temos uma fonte de poder intensa que é supostamente retirada deste ritual para quem o desempenha. No entanto, hoje em dia estes rituais tornaram-se, felizmente, obsoletos e nunca seriam praticados em crianças pequenas ou animais (tal como mandam as regras satânicas) ainda que a hipótese de utilizar pessoas para o sacrifício não esteja completamente ultrapassada.

Os segundos, mais aproximados dos actuais rituais satânicos, não implicam necessariamente o sacrifício quer de pessoas, quer de animais. Todo o poder que se buscava outrora no derramamento do sangue foi menosprezado. A verdadeira fonte de poder psicológico para um satanista vem apenas da libertação de grandes quantidades de energia, permitindo-lhe enaltecer o Eu, de modo a atingir o Eu Supremo. Assim, cabe ao próprio sacerdote que desempenha o ritual, com recurso ao seu corpo, libertar essa força. Essa energia corresponde à mesma quantidade de descargas bioquímicas e bioeléctricas emanadas pelo nosso corpo quando este é submetido a algo que faça disparar as emoções dessa pessoa. São exemplos um prazer intenso (correspondente ao orgasmo), ira descontrolada, pânico intenso, dor violenta, etc. Por comparação, um verdadeiro satanista retira muito mais força de, por exemplo, se masturbar diante de uma imagem de Cristo, em sinal de blasfémia, do que de sacrificar até à morte uma pessoa ou animal.

Deixo-vos agora os passos que eram seguidos num ritual satânico mais antigo, de sacrifício. Esses passos variam conforme varia o propósito do ritual, tal como veremos abaixo. Assim, existe um tronco comum, composto por:

1) Vestir o traje para a cerimónia - normalmente, o traje do sacerdote é tipo monge, de cor negra.

2) Reunir os objectos de culto (Baphomet, Espada, etc.).

3) Acender as velas - uma branca (facultativa) simbolizando a hipocrisia do caminho de Deus, e uma ou mais pretas, simbolizando a supremacia do caminho de Satã. Deve-se ainda fechar todas as janelas e portas e decorar o altar. Se o altar for uma pessoa (normalmente uma mulher despida) esta deve colocar a sua cabeça para Sul e os seus pés para Norte.

4) Purificar o ar.

5) O sacerdote deve recitar em voz alta os textos "Invocação a Satã" e "Os Nomes Infernais". Os restantes participantes devem repeti-los de seguida, também em voz alta.

6) Beber o vinho do cálice.

7) Voltando-se no sentido inverso do dos ponteiros do relógio, o sacerdote assinala com a espada cada ponto cardinal invocando os respectivos príncipes do Inferno: Satã a Sul, Lucifer a Este, Beliar a Norte e Leviatã a Oeste.

8) O sacerdote faz então a invocação apropriada das suas pretensões: lascividade, compaixão ou destruição.

9) Se essa invocação for escrita, são lidas em voz alta pelo sacerdote e logo de seguida queimadas na chama de uma vela negra. As palavras "SHEMHAMFORASH" e "HEIL SATAN" devem ser ditas no fim de cada frase.

10) Se a invocação for verbal, os participantes (um de cada vez) devem dizê-las em voz alta ao sacerdote. Este deve repeti-las de imediato, também em voz alta. As palavras anteriormente referidas devem também ser ditas.

11) O sacerdote reza, demonstrando a submissão de todos os participantes do ritual ao poder das Trevas.

12) Ao terminar o ritual, o sacerdote deve pronunciar as palavras "Assim seja feito". É este o fim da cerimónia

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Necronomicon - Livro dos Nomes dos Mortos

 

O Necronomicon ou o Livro dos Nomes dos Mortos, escrito em Damascus, por volta de 750 a.C., não é unicamente um livro de magias e rituais como é conhecido. Esta obra, de um árabe chamado Abdul Alzhared, tem a ver também com previsões do futuro e clarificações do passado (aliás, o livro é conhecido pelas suas previsões pré-diluvianas). Alzhared parece ter tido acesso a muitas fontes actualmente desaparecidas e a acontecimentos e situações narradas apenas no livro do Genesis. Ao que parece ele terá usado técnicas mágicas de modo a clarificar o passado aliadas a um forte pensamento critico e a uma vontade incontrolável de explorar e esclarecer o significado das histórias sagradas e mitológicas.

As suas especulações são consideradas extremamente modernas e actuais. Por exemplo, ele acreditava que muitas espécies para além da raça humana haviam habitado a Terra e que toda essa informação tinha passado de espécie em espécie com a ajuda de entidades extraterrestres que oportunamente visitavam o nosso planeta. Alzhared acreditava ainda que as estrelas eram como o Sol e que cada uma delas tinha um conjunto de planetas e formas de vida desconhecidas - como se se tratasse de um sistema estrelar para cada estrela do universo. Essas formas de vida tinham evoluído para seres e todas as raças se organizavam por uma hierarquia de evolução espiritual e do conhecimento. Ele estava também convencido de que tinha contactado com alguns desses seres (denominados por ele de Antigos) através de invocações mágicas e avisou a humanidade de terríveis seres poderosos que aguardavam para voltar à Terra e reclamá-la como sua - ele interpretou a sua crença à luz do Apocalipse de S. João mas inverteu o final, dando a vitória à Besta (Satã) depois de longos tempos de guerra que quase levam o planeta Terra ao seu desaparecimento.

O Necronomicon não está directamente relacionado com o Satanismo mas decidi falar sobre este livro nesta página pois ele contem inúmeros documentos que são considerados rituais de invocação e que contribuíram e evoluíram para alguns rituais satânicos.